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Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos
Formação

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu” (1 Pedro 4, 10)

Todos nós recebemos algum dom de Deus. Um presente, uma dádiva, um carisma, algo especial que o Senhor concedeu, por amor e gratuidade, a cada um de nós. Uns têm certos dons, outros possuem dons diferentes, mas, como nos diz São Paulo, é um único Espírito que distribui os dons como Lhe aprouver.

O primeiro ponto que quero fixar nessa partilha é que todos temos dons. Deus lhe deu um dom. E para que serve esse dom? Alguns utilizam-no para a sua vida cotidiana, profissional, por exemplo, pessoas que têm o dom de cozinhar se tornam cozinheiros (as); as que possuem dom de cuidar dos enfermos tornam-se médicos, enfermeiros; as que têm o dom de ensinar, tornam-se professores, e assim por diante. E alguns têm dons que utilizam na evangelização, dons carismáticos, como por exemplo, orar pela cura e libertação, o dom da profecia, o dom da ciência, o dom da pregação, etc.. Outros ainda possuem dons que transparecem no dia a dia, como por exemplo, o dom da alegria, da paz, da bondade, entre outros. Enfim, todos temos dons que o próprio Senhor nos deu.

Se prestarmos bem atenção vamos verificar que os dons que temos não são para nós, são para os outros. Os médicos, enfermeiros, cozinheiros, professores, entre outros profissionais, põem os seus talentos à disposição das pessoas. E muito mais do que o retorno financeiro, a maior alegria deles é ver aqueles que atendem satisfeitos com o serviço prestado.

São Pedro nos diz claramente que devemos colocar à disposição dos outros os dons que recebemos. Se assim o fizermos vamos descobrir o sentido daquela frase “há mais alegria em dar do que em receber”. Isso precisa estar muito claro dentro de nós, ministros de música. Precisamos ter prazer em nos doar para os outros, em fazer o nosso dom realizar aquilo que lhe é próprio.

No versículo seguinte da passagem bíblica meditada, São Pedro nos exorta a exercer o dom como se fosse o próprio Deus agindo através de nós. Já imaginou isso? Cantar, pregar, tocar, interceder, como se fosse o cantar, o pregar, o tocar e o interceder do próprio Deus? Que graça! É com esse intuito que devemos exercer nossos dons, na expectativa de que o próprio Senhor aja através de nós.

O grande apóstolo também nos indica que ao exercer o dom devemos ter a consciência de que a capacidade para isso é proporcionada por Deus. Que lindo tocar nessa realidade! Agora nós entendemos o provérbio que diz “Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.” Creia, meu irmão, que o próprio Senhor o capacita na ação do seu ministério, do seu serviço. E conclui dizendo “a fim de que em todas as coisas Deus seja glorificado”. Sim, essa é a finalidade do dom posto em prática: glorificar a Deus, dar glórias ao Senhor do dom, ao Nosso Senhor.

Portanto, dê o seu melhor, coloque o seu dom à disposição dos outros, sirva e faça tudo isso com empenho, dedicação, humildade, na certeza de que o Altíssimo o capacita e age através de você.

Que a finalidade do seu serviço seja para dar glória a Deus!

Em Cristo, e para Sua glória,



Emanuel Stênio
Missionário da Comunidade Canção Nova




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