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 » Entrevista com Eliana Ribeiro
Eliana Ribeiro
Eliana Ribeiro

Cantora abre o coração e fala do casamento, perspectivas e muito mais!

Clique e ouça cada parte desta entrevista sobre sua vida, história e muito mais!











Você navega no portal cancaonova.com?

Navego. Todos os dias eu estou lá ligadinha para saber as novidades diárias. Principalmente porque agora que eu estou no programa “Juntos somos mais” e minha grande companheira é o portal. Eu chego logo cedo no trabalho e acesso o portal para ver o que tem de novidade da campanha, do projeto “Dai-me almas”, novidade na porcentagem. Todos os dados eu colho no portal cancaonova.com.


Em maio desse ano aconteceu o seu tão esperado casamento com Fábio da Comunidade Canção Nova. O que mudou mais em você depois desse sacramento?

Olha, diz o padre Jonas que o que mais mudou em mim foi a minha voz. Toda vez que eu canto, depois que casei, ele fala: “Agora você está com voz de mulher, mulher casada”. Mas o que mais mudou me nós, eu penso que foi... Antes de casar, quando a gente namorava, e era noivo, a gente teve um relacionamento muito intenso, muito bonito, muito verdadeiro, muito de partilha. Então eu já conhecia muito o Fábio. A gente nunca mudou de missão. A gente sempre trabalhou junto, no mesmo ministério, no mesmo lugar de trabalho, então não teve muitas surpresas, teve mais responsabilidade. E eu sei que hoje eu sou muito mais irmã de comunidade, sou muito mais compreensiva, sou mais segura no meu trabalho, no meu ministério, na minha espiritualidade, do que antes. Eu sei que tudo isso é fruto do casamento. O Fábio, ele é um instrumento muito grande de Deus na minha vida. Então eu sei que hoje mudou todas essas coisas, até o conceito, o modo de ver as coisas, sabe? De relacionamento com outros irmãos, que no caso a gente vive mais intensamente. Claro, depois do sacramento, do casamento, então muita coisa eu partilho e o Fábio me ajuda muito nisto. Então muitas coisas passam por um atalho, antes era um caminho longo porque a gente não estava junto, então hoje é tudo mais vivido em um atalho as coisas se encurtam mais, para facilitar ainda mais minha vida com ele. Então acho que isto mudou, fora as responsabilidades da casa, cozinhar, passar, lavar, arrumar casa... então isso muda também. Antes eu era solteira viajava muito e às vezes na comunidade como éramos muitas em casa, 8 moças, a gente não sentia tanto, porque a gente dividia as tarefas. Hoje é só eu e o Fábio, na maioria das vezes sou eu que tenho que fazer tudo, não é peso nenhum, não é ruim pra mim, pelo contrário, eu amo cozinhar, eu amo arrumar casa. Eu gosto de casa, eu gosto de deixar tudo limpo, tudo bem cuidado. Acho que é uma graça que eu tenho, porque muitas mulheres não gostam, eu gosto muito de cozinhar, nossa! Eu gosto de cuidar da casa, então isso aflorou ainda mais. Todas essas mudanças se deram por causa do casamento. Graças a Deus!


A nível de temperamento, como que é o relacionamento o dia-a-dia de um casal que ambos são músicos, e naturalmente tem a sensibilidade a flor da pele.

Então isso também foi uma realidade muito vivida no nosso namoro e nosso noivado. Então foi uma graça muito grande o tempo que nós passamos juntos, 3 anos e alguns meses, antes de casar, onde a gente viveu aquilo que eu falei para você agora, que é a partilha e a transparência. A partilha e a transparência num relacionamento é algo fundamental, sem ela a gente não tem profundidade, a gente não conhece o outro, nem ama na totalidade o outro. Então a questão da sensibilidade a flor da pele que a gente viveu, eu e o Fábio, e continuamos vivendo -não que a gente não viva - mas pelo contrário, somos músicos, então é algo muito a flor da pele como você disse. Mas muito disso já foi lapidado, então eu conheço muito o Fábio, não tem nada de surpresas, sabe? O Fábio hoje não é uma surpresa para mim, alguma reação que ele tem, como eu costumo dizer às pessoas... Ele tem um problema na perna por causa do acidente, então ele sente muitas dores. Agora que está frio ele sente muitas dores e eu sei quando ele está com dor, porque ele fica irritado. Ele não gosta que a gente fica muito... Como ele fala... “agradando, pegajoso”. Traz uma coisa, traz outra. “Ai você está isso... fica me alisando”. Ele não gosta disso, ele gosta de ficar no cantinho dele, sentindo as dores dele, tomando os remedinhos dele. Então eu já sei. Eu já conheço o Fábio, então não tem porquê a gente ter essas surpresas de temperamento. Ele sabe como eu sou, o que me irrita, o que me deixa estressada, então ele evita. Tudo isso é fruto de um bom namoro, de um bom noivado. Hoje eu colho toda essas coisas de não ter surpresas no casamento, porque às vezes as pessoas casam e falam: fulano me decepcionou. Eu achei que era uma pessoa e hoje é outra. Não, o Fábio que eu conheci, é o Fábio que eu me casei, e é o mesmo. É claro que existem as mudanças diárias, a gente não acaba o processo de conversão. A gente casou e não tem mais nada que mudar, pelo contrário, tem muita coisa a ser mudada, mas eu não tenho surpresa com o Fábio, então isso é muito legal.


Sendo músicos, é claro que surgiram composições sobre esse amor de vocês. Como você pode participar conosco dar uma palhinha, e dizer para nós o surgimento dessas canções.

Então surgiu uma música que é “Nosso Amor”. Ele compôs no ano passado e preparou para cantarmos no nosso casamento. A música da entrada das alianças, então foi uma surpresa muito grande porque, como você disse somos músicos, musicistas, então é um presente, você saber que alguém te ama tanto que compõe para você. Compor eu acho uma coisa muito difícil, para mim não é natural, pra mim eu tenho que sentar, eu tenho que rezar, tem que vir a inspiração. Então é um presente é uma graça muito grande, então alguém compor para você é presente em dobro, então o Fábio compôs essa música para mim: “Nosso Amor”.


Como você vê a importância da música como meio eficaz para a evangelização?

Existe uma diferença muito grande de se pregar o amor de Deus e cantar o amor de Deus. O canto, a música ela atrai muito mais, então dentro da evangelização, se lá fora, no meio secular a música tem uma força tremenda, imagine na evangelização... a gente nem precisa dizer muito. A gente rezar o Salmo 138 é uma coisa agora cantar: “Senhor eu sei que Tu me sondas”. Quem é que não fica emocionado, quem é que não sente esse amor através da música. Então a música é algo fundamental na evangelização. Eu acho que é o que mais atrai na evangelização é a música. Porque se você vai fazer um teatro geralmente entra a música, se você vai fazer alguma peça, alguma coisa sempre tem uma música. Até na pregação para nós, que temos a pregação como algo também eficaz de evangelização, a música vem pra dar um suporte, pra encher ainda mais, pra dar mais brilho. Então a música é um meio muito eficaz para a evangelização que hoje a gente precisa tomar posse disso, precisa se profissionalizar muito mais nisto, porque graças a Deus os evangélicos estão muito a frente, eles estão entendendo a missão de evangelizar através da música, que hoje nós católicos também estamos nessa praia, a gente já está entrando nesse nível. E hoje nós estamos com um nível maravilhoso da música católica. Quanta coisa legal, quanto estilo, quanta novidade que vem surgindo, porque nós estamos entendendo que a música é um meio super, hiper eficaz na evangelização.


Nem sempre você esteve participando da Igreja ativamente, qual música te atraiu no início da sua conversão, da sua caminhada para Deus.

Olha, uma música que me marcou mesmo foi “Ninguém te ama te como Eu”, do Martín Valverd, que o Eugênio Jorge canta. Foi muito forte essa música, foram várias. Eu sempre fui muito envolvida com a música, desde pequena, desde criança. Minha mãe conta que eu morava em um apartamento, eu descia, pequenininha, ficava com as crianças lá embaixo pegava um microfone, meu pai comprou um microfone, sabia que eu gostava de cantar, comprou um microfone pra mim ficava animando as crianças. Então sempre tive isso com a música, claro que por um tempo até minha adolescência era música secular. Depois não, eu comecei a me envolver muito com a música da Igreja, músicas católicas. Então muitas músicas marcaram, para cada momento existia uma música especial, mas que mais marcou mesmo foi “Ninguém te ama como Eu”. Eu me sentia muito pequena, muito pecadora e não imaginava que alguém pudesse me amar como Jesus. Então foi um momento forte, encontro de jovens lá em Vitória-ES que eu escutei e fui muito tocada por ela.


Você tem se destacado muito ao cantar os Salmos nas missas, quais dessas composições têm marcado mais você e dizem da sua história?

O Salmo que eu compus para o dia 28 de dezembro é um que me marcou muito e, a princípio, de imediato, nem sonhava, nem imaginava que aquele Salmo tinha a ver comigo. Mas depois, meditando, eu percebi que tinha tudo a ver, que é: "Nossa alma como um pássaro escapou do laço que lhe armara o caçador". E este é do dia 28 de dezembro, dia dos Santos Inocentes; nessa data, eu sofri um acidente com o meu pai, o Fábio e minha mãe. Meu pai faleceu no dia, e depois, numa conversa com o Padre Jonas, ele fez uma revelação muito grande, que foi uma grande tentação do demônio para roubar minha vida, e meu pai, claro, por um desígnio e pela providência de Deus, ofereceu-se ali, como um sacrifício.
Sua morte foi um sacrifício, o sangue do meu pai fecundou minha vocação! Então, eu entendi que tudo tinha a ver, o dia dos Santos Inocentes, e esse Salmo: "Nossa alma como um pássaro escapou do laço que lhe armara o caçador". O caçador é o demônio, é o inimigo, que a todo instante quer roubar a nossa vida, como missionários, seja qual for a situação em que vivemos; ele nunca dorme, ele sempre está atento e ativo para nos tentar e roubar a nossa alma. Foi o que eu vivi de concreto... muito perto de mim a morte chegou, mas Deus me poupou como um pássaro, o Senhor me poupou da morte. O Senhor não permitiu que isso acontecesse, é um Salmo que mais marca toda a minha história.

Algo que pode ser uma tentação grande para os músicos é o sucesso. É fazer sucesso naquilo que compõe, naquilo que canta, naquilo que toca. Como você lida com essa questão de fazer sucesso, de chegar a um público cada vez maior, e ao mesmo tempo, permanecer uma Eliana simples, uma Eliana serva de Deus?

Eu tenho em mente, que dentro do sucesso há uma tentação para qualquer músico: a vaidade. Mas eu tenho comigo também - que eu sempre trouxe para Canção Nova - o meu lema, se eu pudesse ter um lema, seria: "Em tudo servir a Deus". Quando eu vim para a Canção Nova, eu não imaginava e, nem disse a ninguém, que eu cantava, porque eu não queria vir para isso; eu queria vir para servir a Deus. Tanto é que, quando eu entrei, fui trabalhar com áudio, fui soldar cabo, agora mesmo eu estava lá no palco, vendo o Roger soldando cabo e falei: "Já fiz muito isso na Canção Nova, soldar cabo, enrolar cabo!" Eu trabalhava no áudio operando mesa de som e, depois que descobriram por um acaso que eu cantava, eu passei a cantar.
Isso nunca foi para mim, um ponto de partida. Cantar nunca, sempre foi o servir a Deus, não importa onde. Hoje, Ele me capacita, me deu uma voz, me deu a oportunidade de gravar um CD e eu só sou fiel, só obedeço, também não pedi para isso. O Eto sentiu e eu obedeci: "Vamos lá, é para fazer, então, vou fazer bem feito! Vamos correr atrás disso. Se Deus está me capacitando nessa área, eu vou dar tudo de mim". O que me impulsiona é essa certeza, eu estou aqui para servir a Deus, porque um dia essa voz pode ser tirada, pode acabar, mas o serviço não. Como aconteceu no acidente, fiquei um mês e meio de cama, sem fazer nada, sem me movimentar, onde eu não podia cantar, as pessoas que cantavam para mim eram as que iam me levar a Eucaristia. Foi me tirada por um tempo a voz, mas nem por isso eu fiquei parada, estagnada em cima da cama. Eu podia rezar, eu podia interceder, eu podia com meu sorriso evangelizar e foi o que eu fiz. Então, eu entendi que o mais importante na nossa missão de evangelizador não é se apoiar no específico; Deus dá e é preciso isso para a gente evangelizar melhor, saber em qual área Deus nos quer, para gente trabalhar ainda mais, mas isso não é o mais importante, o mais importante é o meu coração, é a minha cabeça, é todo o meu ser estar voltado para o serviço, em primeiro lugar, o serviço.
O sucesso vem para qualquer um que se expõe na televisão. A gente tem um baita instrumento de evangelização que ninguém tem, outros cantores não tem. Eu tenho uma Rádio, uma TV, uma Internet, CD, Revista... um monte de meios para eu, por acaso, se eu quisesse me engrandecer, ou subir a minha cabeça. Outras pessoas não têm esses meios, cantores têm de pagar para ir numa televisão, eu tenho tudo isso, mas meu Deus, não me pertence, não é meu, é só Deus que está me usando disso. Não tem como eu me engrandecer! Claro, como eu disse, o sucesso vem, o orgulho vem, a vaidade vem, mas é questão de trabalho, aí entra uma outra situação que é viver em comunidade. A comunidade nos sustenta muito, Deus tem os olhos voltados para nós e Ele nos forma dia-a-dia. Você pode perceber que o dia que você está muito "cheio", aí você vai e seu microfone não funciona; aí você dá uma desafinada; falta voz... e quando eu vou ver, é porque eu tava muito orgulhosa, muito cheia de vaidade e me "achando" muito. As coisas naturais já ajudam a formar e a ver não é por aí, e eu piso no chão de novo e vejo: "Eu sou missionária; eu vivo da providência; só conto com a graça de Deus". Isso é muito claro pra mim.

Indo para aquilo que as pessoas não vêem na televisão, na rádio e na internet, você pode contar pra nós também de situações engraçadas que acontecem nessas andanças aí pelas missões no Brasil.


(risos) Eu tava dizendo que, as vezes, as pessoas até pegam nossa fama de “radião”, porque a gente chama radião, que é difícil sintonizar, né... Ainda mais quando é AM é difícil sintonizar, (risos) aproveitam da nossa fama pra aumentar até, eu acho que sou a pessoa que acho que dá mais fora na comunidade, mas acreditem nos foras que eu conto. Não acredita nos outros não... (risos) Eu gosto de contar, a gente ri da gente... é um barato. E isso mostra também cura, quando a gente ri da gente, de uma situação da gente e se expõe, isso quer dizer que você é livre, e não tem medo dos outros rirem, e não custa nada fazer os outros felizes também (risos).
Então, teve uma missão em Cabo Frio, que a gente tava dentro do ônibus, esperando o ginásio esvaziar pra gente poder entrar. E a gente ficou parado, lá... sabe quando você fica assim, olhando pro nada... aí eu vi uma coisa bem grande escrita, uma parede enorme: “Estacionamento radioativo”, eu li assim, e eu fui dizer pros meninos: “Gente, olha que engraçado, interessante... Fábio, o que é um estacionamento radioativo?” E todo mundo: estacionamento radioativo?? E ficaram olhando, aonde?? E eu mostrando, é ali... e apontei, ali, estacionamento radioativo. O que deve ser um estacionamento radioativo? O Fábio: Eliana, não é radioativo, é rotativo. (risos) Aí fiquei com a cara no chão. (risos)

Outro dessa semana, fui trabalhar de manhã, normalmente, aí fui pra casa, almocei, depois eu fui num velório, da mãe de uma pessoa, membro da comunidade Canção Nova, e aí, quando eu fui pegar o telefone celular para ligar descer que eu ia buscá-la, íamos de pra lá de carro e ela ia com a gente. Daí eu abro a bolsa, (risos) o telefone do estúdio dentro da minha bolsa, o telefone enorme (risos), era sem fio, e eu pus o telefone dentro da minha bolsa, puxa vida... (risos) E eu comecei a rir dentro do carro, aí o Fábio, como sempre, ele sempre está me acompanhando, sempre acompanhando os meus foras também, partilhando comigo desse momento, e ele disse, Eliana, como você é muito sonsa, como você traz o telefone?! E o povo do estúdio estava louco porque queria ligar, e só tem aquele telefone, e eu coloquei dentro da bolsa (risos). Tem muito mais, né... mas... foram duas situações muito engraçadas, que marcaram.


Toda a galera do cancaonova.com ta muito feliz de hoje ter partilhado um pouco mais da sua vida, deixe o seu abraço para todos os que nos acompanham e fale um pouco pra nós de suas perspectivas, daquilo que você sonha de agora pra frente, de render ainda mais na missão de evangelizar através da música.

Então, foi uma alegria muito grande, eu gosto muito do portal, a gente está preparando uma página para os músicos, também estamos preparando muita coisa legal, escrevendo muitas coisas, vai ser muito bom pra você. Mas, eu quero deixar meu abraço, essa certeza de que Deus nos une, o amor de Cristo nos une e, nós somos uma linda família, uma grande família. Eu costumo dizer, hoje estou apresentando o “Juntos somos mais” na TV Canção Nova, algo que também eu não esperava, na parte da noite, e Eliana Ribeiro, uma cantora, apresentando um programa, pedindo dinheiro, nem eu imaginava isso, mas está sendo uma descoberta maravilhosa e uma graça muito grande, e da mesma forma que eu digo para as pessoas que são sócias, que fazem parte da nossa família, eu acho que isso se estende, não é só o sócio, todos aqueles que de alguma forma assistem a Canção Nova, acessam nosso portal, escutam a rádio, já fazem parte da família, então a gente conta tudo... vocês acabaram de ouvir um pouquinho da Eliana, tem muito mais, e claro, quero vir outras vezes pra falar, mas vocês já fazem parte da minha família, já conhecem a minha história, então, já se tornam família, e eu quero dizer, que o amor de Cristo nos uniu, e que a gente possa unir muito mais nossas forças na intercessão, na alegria, no ministério, e tudo mais... aquilo que for preciso eu estarei a disposição, é essa a minha missão, evangelizar... ser do povo, e nós estamos aí, que Deus abençoe vocês, podem contar comigo. Se vocês quiserem também me mandar e-mail, perguntar, sei lá, reclamar, faze alguma coisa... (risos) pode escrever pra mim: elianaribeiro@cancaonova.com .
E as perspectivas... vou gravar o CD esse ano, o segundo CD, esse ao ainda, não sei o mês, está marcado pra Setembro, mas tudo é definido, nada é definitivo, mas, esse ano eu gravo. O repertório está belíssimo, vou colocar pra vocês que Deus tem me tocado muito na esperança, e com certeza, o que vai levar, vai ser o carro chefe do CD vai ser, talvez não seja uma música, claro, estou cantando “Espera no Senhor”, uma música linda. O CD vai estar falando de esperança, esperar em Deus, esperança vai ser esse tema forte, então é o CD desse ano, pra ser lançado o ano que vem, não vai ser lançado esse ano, mas já estou preparando e conto com suas orações. Deus abençoe, obrigada!

cancaonova.com

27/07/2004

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