Com alegria concluímos esta 43ª Assembléia Geral da CNBB.

A palavra de Deus nos sugere atitudes para que possamos estar mais próximos d´Aquele a quem procuramos, a que queremos ver. Aquele que é o caminho, a verdade e a vida.
Na primeira leitura desta quarta-feira, dia 17, o congresso das árvores, é a assembléia dos senhores de Siquém. A oliveira, figueira e videira são tradicionais plantas humildes em Israel; prefiguram as atitudes dos verdadeiros interessados em amar, em conta-partida, os espinhos não são somente inúteis como perigosos.
Sentimos hoje de modo especial em nosso país, quantos que são verdadeiros espinheiros, ao pretender um mandato político em nome do povo brasileiro. Não é para oferecer o que tem de melhor, como faz a oliveira com o seu óleo, ou como a videira que oferece o seu vinho, mas para ainda mais aumentar o sofrimento do nosso povo, oferecendo seus espinhos.

No Evangelho, Jesus põe em destaque algo que é tão importante para nossa caminhada.
Devemos procurar seguí-Lo e não traí-Lo.
Dizer que Deus é bom, não é facilmente interpretável, por que
Ele é bom, mas não ao nosso modo. Um só é bom: Deus, portanto dizer que Deus é bom, não pode ser explicado senão condizer que Deus é Deus.
Temos sinais que nos conduzem ao conhecimento de Deus, de que Ele é bom. Ele muda as nossas situações para dar-nos a vida. Ele toma iniciativas em favor do homem, vai ao encontro de cada um chamando-o pelo nome.
Precisamos ser diante de Deus como ‘um que crê’ e não ‘um que sabe’.
Nós celebramos a oferta do sacrifício da cruz. Cada vez que nos reunimos em torno do altar para fazer o que Cristo fez na quinta-feira santa, a primeira missa, a oferta e essência do Seu sacrifício que é a oferta por excelência, por isso pode-se repetir a oferta. Cristo se oferece ao Pai por nós.
Que a Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, nos abençoe e esteja com cada um de nós, nos animando sempre.
Assim seja.
Fotos: André Luiz
Transcrição: Fernando Fantini
cancaonova.com, Itaici
17 de agosto de 2005