Como Mensageira da Virgem ao mundo, pregou penitência e oração;
pediu aos sacerdotes, que construíssem um Santuário,
em honra a Maria Santíssima, em Lourdes.
Obedecendo ao chamado de Deus, em julho de 1867,
transfere-se para Nevers, para iniciar a vida religiosa na Casa-Mãe das Irmãs da Caridade.
Terminado o noviciado no mesmo ano, faz os votos temporais, e onze anos mais tarde, os perpétuos.
Predisse a todos a glória, a santidade e os futuros benefícios daquele lugar, que a partir da Aparição de Nossa Senhora,
torna-se sagrado. Após esta inefável bem-aventurança, tendo Deus a levado para a solidão de um convento,
e lá, esquecida pelo mundo, prepara-se para os mais admiráveis feitos, para que, pregada na cruz com Cristo e,
com Ele e quase sepultada viva através das inumeráveis doenças que a acometiam,
atinge profundamente através de sua profunda humildade e resignação, uma vida interior sobrenatural,
para que um dia ressurja ao mundo sob a luz da santidade,
e através desse testemunho, possa unir-se à glória do Senhor por meio do Santuário de Lourdes.
Admiravelmente, fulguraram nela as mais variadas virtudes,
mas sua alma foi principalmente agraciada por aquelas que mais convinham a uma das discípulas prediletas da Virgem Maria:
Humildade profunda, terníssima pureza e ardente caridade.
Provou-as e ampliou-as com as dores de uma longa enfermidade e pelas angústias espirituais que lhe atormentavam,
suportando-as com suma paciência. Na mesma casa religiosa, a humilde virgem permanece até a morte,
quando após ter recebido os sacramentos da Igreja, invoca sua dulcíssima Mãe Maria,
e retorna à casa celeste aos 16 de abril de 1879, aos trinta e seis anos de idade,
doze dos quais como religiosa. Tendo vivido toda uma existência no silêncio e na humildade,
com a morte torna-se resplandecente a todo o mundo pelo testemunho de santidade a nós legado.
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