| |
Eu posso dizer, de forma bem concreta, que minha mãe é uma das mulheres que mais marcou a minha vida. Admiro-a demais, ela é uma mulher muito esforçada, guerreira, toda a educação que ela nos dedicou e a forma como que ela nos educou, o seu amor por nós, sempre renunciando os seus sonhos para realizar os nossos. Guerreira por passar por problemas, sem nunca perder a coragem e a fé.
A minha vocação está fundamentada na minha mãe, porque ela foi a primeira pessoa na minha casa a ter um encontro pessoal com o Cristo e foi ela quem me motivou a desejar ter um encontro pessoal com o Senhor também, e a partir deste desejo que ela suscitou em mim, eu pude tocar no sonho de Deus para mim.
São muitos os fatos que marcam a minha história, e em todos eles minha mãe foi a minha intermediária, a minha “porta”, a minha intercessora! Quando eu estava para assumir minha vocação na Canção Nova, foi ela quem conversou com o meu pai. Sempre fui muito amiga dela, e, hoje, vejo que o que vivo na comunidade é reflexo do que eu vivi com minha família, e foi minha mãe que alicerçou isso em mim.
Para mim, ela é um exemplo de mulher de fé, de oração, de perseverança, por isso eu quero ser igual a minha mãe, e se eu for a metade do que ela é, já está bom. Hoje, sou chamada a dar este testemunho. Olhar para ela e a cada dia buscar ser como ela é.
E quero dizer para ela: Mãe, te amo muito, você é muito especial e a senhora é a melhor mãe do mundo!
Gisele Martins
Comunidade Canção Nova
__________________________________________________ |
| |
Minha mãe foi mãe e pai para mim, pois quando eu tinha 6 anos, meu pai se separou dela, de maneira que ela foi modelo de fortaleza, de sinceridade e doçura. Ela também é muito cuidadosa e zelosa comigo, aquela mãe presente, que me levava e apanhava da escola, ajudando-me a fazer os exercícios.
Foi minha mãe quem me ensinou que, acima de tudo, eu preciso ser verdadeira, pois ela é uma mulher de fibra, determinada. Cuida dos filhos, pois o mais importante para ela são eles e cada filho tem o seu espaço na vida e no coração dela - nenhum é mais ou menos.
Para mim, minha mãe é modelo de serenidade, de confiança, de firmeza e sempre espera o melhor dos filhos.
Ela pois pode estar sofrendo ou seja o que for, mas caminha e vai adiante. Ela não pára nos problemas ou nas dificuldades.
Minha mãe é uma mulher de oração e eu herdei esta qualidade da família dela. Numa época de minha vida, me desvirtuei no meio do caminho, mas ela nunca abandonou a Igreja. Hoje, na Canção Nova, ela continua a me influenciar, pois toda minha organização, meu trabalho, disponibilidade, maneira de fazer as coisas dentro de casa, no trabalho, com os irmãos, o modo de cozinhar, arrumar a casa - tudo eu aprendi com minha mãe.
Quando eu comecei meu caminho vocacional, falei-lhe assim: “Mamãe, a senhora já pensou se eu não morasse mais aqui?” Ela falou assim: “Eu já percebi o que você está fazendo”. Mas, minha mãe não falava nada, o tempo todo se manteve silenciosa. No dia de eu vir para a comunidade, ela só chorava, mas me ajudou a comprar e a fazer tudo, e na hora de eu sair de casa, ela não foi ao aeroporto, porque, do contrário, eu não estaria hoje aqui.
Ela foi uma mulher que viveu comigo a minha vocação, a qual nasceu junto com ela, e renunciou a vontade dela para ver o meu desejo se realizar.
Mãe, eu a amo!
Luciana Couto
Comunidade Canção Nova |