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Não esquecer minhas origens

Precisamos fazer memória das coisas boas que acontecem em nossas vidas. Se notarmos, perdemos muito tempo falando de desgraças e falando mal das pessoas. Até nos canais de televisão o enfoque são desgraças. Existem programas cujo objetivo é fazer com as pessoas briguem no ar e se agridam. Hoje é banal, comum as pessoas se separarem, estamos nos acostumando com isso porque é isso que vemos na TV, e é isso que vemos juntos com nossos filhos; coisas que, no passado, eram um escândalo hoje são tidas como normais, porque a mídia as tornou "naturais".

Ouça esta pregação na íntegra


Odair - Missionário da Comunidade Canção Nova
Foto: Robson Siqueira
Eu e minha esposa atendemos a um casal que estava separado havia semanas. Durante o atendimento, eles fizeram um "pingue-pongue" de coisas ruins, no qual um falava mal do outro; entrei na conversa e levei as coisas para o lado positivo, e a partir do positivo, eles voltaram e ela está grávida.

Há uma grande investida do demônio na Igreja e na família, antes não era natural falar mal das instituições religiosas. Hoje somos pessoas maldosas, não podemos ver um rapaz e uma moça se abraçando e já achamos que não é apenas amizade, pois tudo levamos para malícia.

Estamos sendo formados para desvalorizar o velho, queremos novidades, desvalorizamos a história, as experiências de vida. Mal paramos para escutar os nossos avós, queremos coisas rápidas. Nossas crianças também estão sendo educadas para as novidades. Mas e a memória da nossa história?

Eu faço questão de contar à minha filha que eu fui pobre, que já passei fome; ela precisa saber de onde vem, mostro a ela minhas "impotencialidades", pois ela, apesar de ter tudo, precisa saber sua origem. Como você está educando os seus filhos? Na liberdade? Psicólogos acham normal que filhos tenham relação sexual [com seus parceiros ou namorados] em casa, assim como, ter preservativos. Isso se comenta livremente em toda rede de comunicação até em rede católica.

Hoje, as pessoas planejam ter filhos vendo o lado financeiro, mas não planejam tê-los em Deus. A grande novidade da Canção Nova é viver de maneira diferente, vivemos como família, é isso que faz a diferença nessa comunidade. Isso encanta, mas é possível você viver isso aí fora também.

Você tem a missão de proclamar “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Ao sair daqui, você não precisa dizer: "A Canção Nova é linda, é o céu", mas vá para casa e faça o céu lá, proclame: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Não vá para casa pregar para as pessoas mudarem de vida. Mude você e as ame, porque é preciso amar e evangelizar. Não tem como não amar sem evangelizar. Isso não deve ser feito com palavras ou com gritos, mas com o amor, e quem ama espera o tempo de Deus. De que maneira você vai levar os seus para Deus?

Você, que vê ou ouve esta pregação, sua missão é levar sua família para servir ao Senhor.


Eu e minha casa serviremosao Senhor, ressalta Odair
Foto: Robson Siqueira

A quem você quer servir? Quem sua família vai servi?
Você tem de lutar para sua família ir para o céu. Precisamos fazer memória do que passamos, do que experimentamos e do que vivemos.

Se você veio aqui na Canção Nova só para conhecer, isso é pouco, você precisa vir aqui para proclamar definitivamente que: "Eu [você] e minha [sua] casa serviremos ao Senhor". Sua casa tem de ser santa, você precisa ser diferente. A Canção Nova não é a "ilha do faz-de-conta", não é fantasia, somos humanos, de carne e ossos, somos falhos, mas aqui é um lugar santo! É um território Eucarístico, e isso não é só para a Canção Nova.

Na missão de Cuiabá [da Comunidade Canção Nova], conheci um casal que vivia a mesma realidade vivida pela família Canção Nova. Eles formavam uma família encantadora, então, isso não é privilégio para nós, mas é para todos que optam por uma luta pela santidade. Assim como temos nos acostumado com as desgraças, acostumamo-nos também com as graças e com os milagres.

Na minha família todos meus tios se separaram, a minha mãe se separou, tinha tudo para não proclamar: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”; mas eu o proclamo! Entre em minha casa e veja minha família, veja a minha história com minha filha. Você não imagina que não tive diálogo com os meus pais, pois, hoje, faço diferente ao proclamar "Eu e minha família serviremos ao Senhor". Eu tinha tudo para estar brigado com o meu pai, mas guardo o lado positivo. O meu pai "dava duro" para trazer o "pão nosso", por isso, preciso guardar o positivo. Você precisa guardar o positivo também.

Sua missão é levar sua família para servir ao Senhor, afirma Odair
Foto: Robson Siqueira
Eu sou chamado a viver algo diferente, embora tenha tudo para repetir a história da minha família. Mas eu e minha família somos servos, porque proclamamos "Eu e minha casa servimos ao Senhor" e como Josué proclama: Sou servo! E servo é servo. Servo do Senhor.

Sua obrigação é amar, amar seus pais, você precisa honrá-los independentemente do que eles fizeram, porque é Mandamento de Deus. E se você é pai, você precisa amar seu filho, isso é obrigação. Só honrando aos pais é que você honra a Deus.



Transcrição: Elcka Torres
Áudio: Elcka Torres
Fotos: Robson Siqueira


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(12)3186-2600


Veja também:

:: I Congresso Mundial da Misericórdia em Roma
:: Comunidade.CN - Eu acredito na família
 






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Odair José Corrêa
Missionário da Comunidade Canção Nova


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03/01/2008 - 14h55

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